segunda-feira, 10 de julho de 2017

FESTSOLO IV em Cabo Frio à rua Geraldo Abreu, 4

Foi uma grande alegria estar entre aquela juventude animada e guerreira que participou do IV Festsolo. Obrigado a todos pelo carinho e hospitalidade. 


sexta-feira, 7 de julho de 2017

APRESENTAÇÃO EM ARARUAMA

Durante o mês de agosto, todos os sábados, às 19 horas,
estaremos nos apresentando no Espaço Cultural Gene Insano. Fica na rua da Baterama, antes de chegar na Lagoa. O título definitiva do espetáculo agora será

POR MARES NUNCA DANTES NAVEGADOS


terça-feira, 6 de junho de 2017

ELOGIO À PEÇA E NOVAS FOTOS

"Galera, não percam o espetáculo desta noite no teatro. Uma aula de teatro. Uma aula de interpretação. Uma aula de direção. Um texto impecável. NÃO PERCAM. Quem faz e estuda teatro tem muito a ganhar." Aviso transmitido por Carlos Henrique Pimentel (Secretário de Cultura de Rio das Ostras)


segunda-feira, 5 de junho de 2017

ESTREIA DA PEÇA NO TEATRO POPULAR DE RIO DAS OSTRAS

Correu tudo harmoniosamente na estreia em Rio das Ostras. A gente fica sempre em dúvida se o que fazemos e acreditamos vai agradar ao público. Essa expectativa é sempre a mesma em toda estreia. Agora, que tudo passou, posso dizer que acertamos e estamos orgulhosos da nossa ousadia; as pessoas que foram e viram nosso trabalho ficaram encantadas e elogiaram muito. Obrigado a todos!


quinta-feira, 25 de maio de 2017

LANÇAMENTO DO LIVRO OS LUSÍADAS PARA TEATRO

Dia 5 de agosto às 18:30 horas, lançamento do livro OS LUSÍADAS PARA TEATRO e às 19 horas estreia da peça; POR MARES NUNCA DANTES NAVEGADOS, monólogo dirigido por Angelah Dantas no ESPAÇO MULTICULTURAL GENE INSANNO.


quinta-feira, 20 de abril de 2017

QUADRINHA PARA GRAVAR EM CAMISETA

Para quem gosta de gravar frases ou poemas em camisetas, só peço que divulguem nome do autor;



O QUE FAZ UMA PESSOA
TORNAR-SE BELA DE FATO,
NÃO É A MAQUIAGEM BOA,
MAS MUITO MAIS OS BONS ATOS! (Chacon )

sábado, 18 de fevereiro de 2017

LIÇÃO QUE NOS DÁ CAMÕES

Em minha adaptação da obra Os Lusíadas para teatro simplifiquei a seguinte estrofe, mas não podia deixar de colocar esta lição que nos dá o pai da epopeia portuguesa:

E com rogo e palavras amorosas,
Que é um mando nos reis que a mais obriga,
Me disse: "As cousas árduas e lustrosas
Se alcançam com trabalho e com fadiga;
Faz as pessoas altas e famosas
A vida que se perde e que periga,
Que, quando ao medo infame não se rende,
Então, se menos dura, mais se estende."

É o rei de Portugal, Dom Manuel, que assim se dirige a Vasco da Gama, quando decide enviá-lo em busca do caminho marítimo para a Índia. Claro, as coisas importantes não são fáceis de serem alcançadas, mas vale mais a pena lutar por elas do que ficar colhendo migalhas como os pombos nas ruas. Isso me tocou profundamente porque tenho observado muita gente procurando só facilidades e evitando lutar pelo trabalhoso. Esse meu sonho de encenar e apresentar Os Lusíadas como monólogo tem provocado muitos comentários desanimadores de alguns amigos: "Você é louco! Ninguém vai querer ver isso!" Essa frase, com algumas variações, é o que mais tenho ouvido. Posso até não conseguir, mas vou repetir o que já disse a um filho meu, arrependo-me do que não ousei, do que não tentei, mas me orgulho de tudo que procurei fazer e não consegui resultado satisfatório. Pelo menos eu tentei. Vou usar a linguagem escatológica e desbocada de um amigo meu, quando topava com alguém que fugia à luta renhida pela vida: "Quer moleza? Caga e senta em cima!"

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

A PARTIDA DE VASCO DA GAMA PARA AS ÍNDIAS

Quando postei o vídeo com o título PARTIDA DE VASCO DA GAMA, nem imaginei o que aconteceria, mas qualquer carioca iria prever. Depois, toda vez que tentava acessar o vídeo com esse nome, lá vinham muitos vídeos de partida de futebol. Claro, o tonto aqui deveria ter previsto. Então, para os amigos que queriam ver esse trecho de um ensaio antigo, é só clicar no link seguinte e assistir: Partida do Gama

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

A ILHA DOS AMORES de Os Lusíadas

Após descrever a correria dos portugueses atrás das ninfas na Ilha dos Amores e seus carinhos sensuais, Camões faz a seguinte reflexão:

"Oh! Que famintos beijos na floresta,
e que mimoso choro que soava!
Que afagos tão suaves, que ira honesta,
que em risinhos alegres se tornava!
O que mais passam na manhã e na sesta,
que Vênus com prazeres inflamava,
melhor é experimentá-lo que julgá-lo,
mas julgue-o quem não pode experimentá-lo."

Em minha adaptação para teatro substituí o verbo julgar por imaginar, para ficar mais compreensível, porque os prazeres incitados pela própria divindade amorosa deve, claro, exceder os que normalmente conseguimos, o que, por si, já é ótimo! Não acham?